O poder não é concedido — ele cobra um preço. Acompanhe a jornada de Navi através de um mundo onde cada passo em direção à força… o aproxima de algo muito maior.
Uma visão do mundo de Matotay antes da jornada começar.
A Jornada de Navi
Uma história contínua onde cada livro expande o mundo, aprofunda os mistérios e eleva o poder — e o custo — de cada escolha.
Reencarnado em um continente marcado por antigas guerras, Navi desperta em um mundo onde o poder nasce do prana — a energia que conecta o humano ao mágico. Ao lado de seus amigos, ele inicia sua jornada como caçador, enfrentando criaturas e desafios que testam seus limites. Mas, enquanto busca se tornar mais forte, Navi descobre que o mundo é muito mais perigoso do que aparenta. Durante uma missão em ruínas esquecidas, seu grupo entra em contato com uma ameaça incomum — criaturas que não pertencem àquele lugar. Ao mesmo tempo, um artefato misterioso começa a reagir sempre que essas presenças surgem, como se estivesse ligado a algo muito maior. A partir desse momento, a jornada de Navi deixa de ser apenas sobre crescer. Ela passa a ser sobre sobreviver ao que está por vir. Entre combates, perdas e decisões que deixam marcas profundas, Navi perceberá que o caminho do prana cobra um preço — e que nem todos os perigos ficam para trás.
Depois de perder tudo, Navi parte sem olhar para trás. A cidade que antes chamava de lar agora é apenas um lugar vazio, marcado por memórias que ele não pode mais sustentar. Com um medalhão misterioso pulsando contra o peito — e fragmentos de algo que não deveria lembrar — ele segue em direção a Braggios, ao lado de três companheiros que também abandonaram suas antigas vidas em busca de algo maior. Mas o mundo além das muralhas não é feito para iniciantes. Na estrada, o grupo descobre rapidamente que não são apenas caçadores em formação — são presas em potencial. Vilarejos dominados pelo medo, bandos de saqueadores, símbolos que surgem onde não deveriam existir… e uma presença invisível que parece observá-los a cada passo. Enquanto Navi tenta compreender o poder crescente dentro de si, algo mais antigo começa a despertar. Memórias fragmentadas. Um nome que não lhe pertence. E uma força que pode ser tanto sua salvação… quanto sua ruína. Cada batalha cobra um preço. Cada escolha aproxima o grupo de um caminho sem retorno. E quanto mais avançam, mais claro se torna: eles não estão apenas seguindo uma trilha. Estão sendo guiados por ela. Rastro dos Caçados é uma jornada sobre sobrevivência, poder e identidade — onde a linha entre caçador e presa se torna cada vez mais tênue. E, ao final desse caminho, Braggios não será apenas um destino. Será o começo de algo muito maior.
Cada região, criatura e tipo de Prana faz parte de um sistema maior — um quebra-cabeça que se revela ao longo da jornada.
Um continente fragmentado por guerras antigas, repleto de ruínas e regiões onde o Prana ainda pulsa intensamente.
Um mundo vasto onde diferentes territórios guardam segredos antigos e forças esquecidas.
As diferentes regiões do mundo abrigam espécies únicas, cada uma conectada a um tipo específico de Prana.
O poder não surge completo — ele é conquistado em camadas. E quanto mais alto o avanço, mais distante o indivíduo se torna do que era antes.
Circulo 1–3
Fundação sólida. Domínio básico da energia.
O indivíduo desperta o Prana e manifesta uma habilidade real, essa habilidade o acompanha em toda a sua jornada.
O praticante deixa de “tocar” o Prana e passa a usar com consistência. O praticante aprende a usar sua habilidade sem colapsar.
O praticante abre o caminho para a individualidade.
Criaturas ígneas que dominam regiões vulcânicas...
Besta mágica surgida nos canais subterrâneos de Yubbar, extremamente agressiva, veloz e dotada de mandíbulas capazes de despedaçar ossos e madeira com facilidade.
Predador de porte médio encontrado nas regiões afastadas de Yubbar. Costuma caçar em grupo e possui sentidos aguçados, tornando-se perigoso durante a noite ou em terrenos fechados.
Aves gigantescas de comportamento territorial, semelhantes a avestruzes, porém muito maiores e mais agressivas. Caçam e avançam em bando, usando bicos e garras afiadas junto de explosões repentinas de velocidade.
Bestas territoriais semelhantes a rinocerontes, porém dotadas de uma pequena tromba, placa óssea sobre a cabeça e esporas naturais projetadas da clavícula como lanças. Costumam se mover em manadas e representam grande perigo durante a travessia das planícies.
Besta formada inteiramente por prana, capaz de se manifestar como uma criatura energética de núcleo instável. Quando derrotado, seu corpo se desfaz em poeira prismática, restando apenas o núcleo energético.
Criaturas bípedes semelhantes a símios, de pele escura e braços terminados em lâminas orgânicas. Possuem escamas cristalinas nas costas e a capacidade de se fundir ao ambiente, tornando-se praticamente invisíveis.
Predador aquático do pântano com corpo alongado e escamoso, semelhante a uma mistura de lampreia e sanguessuga. Possui uma boca circular repleta de dentes concêntricos e ventosas pulsantes, capazes de condensar e disparar esferas de água compacta com força destrutiva. Move-se sob a superfície com extrema velocidade e ataca emergindo rapidamente da água.
Besta mágica de terceiro nível formada por troncos retorcidos, raízes vivas e ossos presos à estrutura. Suas vinhas atacam com extrema violência, bloqueando rotas de fuga e esmagando tudo ao redor, tornando-a uma das criaturas mais perigosas já encontradas pelo grupo.
— Predador colossal das águas turvas. Corpo maciço coberto por escamas e lama, olhos amarelos brilhantes e mandíbula com fileiras de dentes letais. Mestre em emboscadas, permanece imóvel até atacar com explosão súbita e devastadora.
Besta mágica de segundo círculo. Casco gigantesco coberto de musgo e lama, olhos vermelhos profundos e avanço lento, porém irresistível. Esmaga tudo em seu caminho e seu casco absorve impactos, tornando ataques comuns inúteis.
Besta abissal de corpo baixo e largo, revestidos por uma carapaça negra que distorce a luz ao redor. Possuem múltiplos olhos espalhados pelo rosto e bocas que se abrem em quatro direções, repletas de dentes finos e longos. Extremamente agressivos, conseguem romper barreiras de prana com violência brutal.
Criatura capaz de ocultar completamente sua presença visual, deixando apenas distorções sutis percebidas através do prana e da habilidade sensorial de Lara. Sua movimentação silenciosa e comportamento furtivo transformam o terreno em uma emboscada constante.
Entidades ligadas ao prana sagrado...
Relatos dispersos, memórias esquecidas e registros antigos. Peças de um mundo que ainda não revelou tudo.
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R. Borges é um autor de fantasia épica, criador do mundo de Matotay — um universo em construção, onde cada leitor se torna parte da jornada.
O primeiro passo é o mais simples. Depois disso… não há retorno.